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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Moinhos do Milharado II





Após quase 2 anos decidimos repetir a caminhada dos Moinhos do Milharado. Esta foi a segunda caminhada oficial do grupo e na altura apenas teve 16 km. Desta vez aumentou-se a distância e a caminhada contou com 19 km mas voltámos ao mesmo percurso com algumas alterações e lá fomos caminhar para uma das mais belas zonas da Região Saloio, já no concelho de Sobral de Monte Agraço mas ainda bem característica.

A actividade iniciou-se na povoação de Sapataria junto a um vistoso fontanário.


Fontanário - Sapataria


E pelo nevoeiro subimos até ao primeiro moinho do percurso,


Pelo nevoeiro




à volta do moinho





E mais um moinho apareceu no nosso passeio.


moinho abandonado


Chegámos ao famoso conjunto de moinhos do Milharado, reconstruídos e bem conservados, alguns deles ainda moem cereais.




Moinho do Milharado reconstruido


E daqui apreciámos as belas vistas sobre a zona Oeste nomeadamente a serra do socorro.


Serra do Socorro ao fundo




Moinho do Milharado



E continuámos a nossa actividade ao conjunto dos moinhos da Atalaia.






E eis que começamos a subir para o monte da Atalaia com as ruínas do 1º moinhos à vista!





 



Belo este conjunto apesar das ruínas.


Moinho da Atalaia




Moinho da Atalaia






Iniciámos a descida para a Sapataria



Voltámos à povoação com os seus recantos pitorescos.







Finalmente chegámos ao local de inicio da caminhada onde nos aguardavam os bolos de 2 aniversariantes!






E assim terminou mais uma actividade em franca alegria e convívio!



















segunda-feira, 21 de outubro de 2013

as artrozes os moinhos e a ginginha...





Vindos duma aventura extra longa
Com o corpo ainda derreado
Chegaram num tufão a fazer onda,
Nas velas dos “Moinhos do Milharado”

À hora marcada, por quem comanda a coisa,
Nas ruas do condado, de mui nobre Sapataria,
Foi encontro confirmado numa pauta de lousa,
No local onde “Sizandros”, viu partir a romaria

Algazarreando atreveram-se seguindo em linha
Começaram cedo, pelo terreno de corte empinado,
E sem receio fundiram-se ao caminho que só acaba lá por cima,
Desafiando os dons do soro, para os corpos injectado

Era dia de firmeza e convicção,
No que às motoras respostas respeitava,
Foram dados poucos metros, para cumprir a missão,
Sem cuidar de escutar, o que o quórum aguentava

Dos poucos metros que sem dor foram subindo
Por ladeiras sem adornos, mas com mato como adereços,
Respeitosamente, sem protesto, foram cumprindo,
Rodando à volta de moinhos enfunados nos cabeços

Houve tempo para a merenda matinal
Num estádio, não contemplado, na Europa 06
Por ali andou a insanidade, a cumprir o ritual,
E o estádio foi contemplado, por imoralidade sem leis

Não defraudados por evento tão avaro
Pois em sorte saiu-lhes os cumes da terra
Viveram o salutar e audaz preparo
Enterrando o machado de hipotética guerra

Chegados a “Sizandros” mais frescos do que a ida prometia
Foram conduzidos à mesa ornamentada de abundante doçaria
Não tendo maneiras de Bobone nem fobia pela sensual caloria
Engoliram com avidez os bolos, oferta de quem lhes fez companhia

E quem foi a companhia de mãos tão largas?

1º os cavalheiros (aqui é assim)  
Da companhia chegou com mais um pois então
O furriel miliciano promovido a Capitão

Depois as senhoras (estejam em que lugar estiverem estão sempre em primeiro)
Com um sorriso no olhar que deus lhe deu
Mostrou como fica bem mais uma estrela no Céu

Com elas a ginginha fez cantar
Uns parabéns a você de fazer chorar
E para que nada faltasse
Ouviu-se gritar bem alto… YEEESSSSSS

joaocasaldafonte